VIVA LA VIDA EM BUDAPESTE
- 14 de mai.
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Irmã Danna
Após a noite gastronômica e „caliente” no Restaurante Paprika, Reno foi me levar para dar uma volta a pé ao longo do Danúbio. A noite estava gostosa e a brisa levantava suavemente meu vestido e meus cabelos. Visualizar o Parlamento de mãos dadas com o meu gato naquela noite estrelada foi para mim o programa mais romântico que poderia ter existido. Sentamos no muro com vista para o parlamento húngaro e lá ficamos, falando sobre a vida. Reno me envolveu com seu braço másculo e, sem eu pedir, gentilmente colocou seu cachecol de algodão em volta do meu pescoço. Acho que ele percebeu que eu estava um pouco arrepiada com a brisa gelada que vinha do Danúbio.
Ele me abraçou tão para perto dele com seus braços fortes que eu senti os batimentos de seu coração; naquele instante eu me senti muito protegida e feliz naquela cidade linda e dourada na qual estava tão apaixonada. Beijamo-nos inúmeras vezes, jogamos conversa fora e rimos muito também. Reno tem um senso de humor bem aguçado, e é também muito atencioso e romântico na medida certa, o que naquele momento estava me deixando mais louca de tesão por ele.
De repente ele disse que queria me fazer uma surpresa, iríamos a um lugar especial, obviamente aceitei prontamente e de lá caminhamos uns dez minutos até a Ilha Margarida. Chegando lá ele segurou com firmeza minha mão e me conduziu até a fonte principal da ilha. Imediatamente uma de minhas músicas favoritas, a „Viva la Vida” começou a ser tocada apenas por violinos, as luzes da fonte começaram a se misturar em vários tons de rosa, laranja, azul, vermelho e verde e os jatos d’água dançavam com o ritmo da música, foi incrível, nunca pensei que pudessem existir tantas coincidências.
Seria ironia do destino? Aquilo parecia ser algo predestinado mesmo. Lá ficamos em pé, extasiados com tanta beleza, ao som de centenas de violinos tocando minhas músicas prediletas. O mais surpreendente é que apenas nós dois estávamos lá durante todo o tempo do show das águas e somente quando terminou a última música é que começaram a surgir alguns casais com crianças e jovens – aquilo foi surreal! Aquela noite estava sendo para mim a mais especial e a mais mágica da minha vida. Pedimos um taxi e já no banco de trás pressenti o que viria a acontecer lá no apartamento. Pus a mão no colo do meu gato e senti que o pau dele estava duríssimo, quase arrebentando o zíper.
Estávamos tão felizes, ríamos muito, e o tesão só aumentava.
Chegando ao apartamento trocamos um beijo ardente na cozinha, caminhei até o banheiro para o meu ritual antes de dormir, acendi minhas velinhas, coloquei meus sais de lavanda na água quente da jacuzzi, fechei meus olhos e relaxei ouvindo algumas palavras dele vindas da cozinha…
Acabei pegando no sono mas era um sono meio desperto, não tão profundo ainda, eu sonhava que as mãos do Reno estavam massageando os meus pés da forma mais divina possível, era como estar no céu, meu Deus, e eu não estava sonhando! Abri os olhos e ele estava lá, lindo e nu do meu lado, mastro ereto e apontando para mim. Gentilmente, com aquela voz charmosa ele falou, “Minha panterinha, estou vendo que você vai ficar bem cheirosa pra mim, mas eu também quero ficar pra você“.
Foi aí que ele entrou na banheira comigo, ficamos juntinhos passando óleo no corpo um do outro e nos beijando. O fogo aumentava, começamos a nos excitar cada vez mais, o beijo dele era intenso e ao mesmo tempo doce, ele dava umas mordidinhas em meus lábios e com sua língua gostosa lambia meu pescoço. Ao mesmo tempo, com uma de suas mãos, delicadamente colocava com seus dedos grossos um óleo bem especial na minha xaninha toda lisinha, eu já estava bem molhadinha desde o nosso passeio, mas era exatamente a intenção dele me enlouquecer de tanto prazer. Ele primeiro enfiou um dedo em minha bucetinha, depois dois… e ficou colocando e retirando-os por um tempo, eu cada vez mais molhada, dei um gemido de prazer, minha respiração ficou ofegante e não conseguia mais nem raciocinar. Será que ele conseguiria me levar ao orgasmo? Ele estava me deixando como uma gata no cio, não aguentando mais eu gemi de prazer, até o xinguei e aí comecei a gozar loucamente. Eu me contorcia e soluçava baixinho, mas ele me segurou forte, me encheu de beijos, me enrolou com uma toalha felpuda cor creme e me levou para a cama.
Reno segurou meus cabelos molhados e lambeu meus seios de uma forma tão deliciosa que minha xaninha e bundinha queriam retribuir prontamente. Não perdi um só instante, abocanhei seu pau que estava latejando de prazer, senti com a minha língua aquele sabor delicioso da primeira gotinha, bem na pontinha da cabeça, transparente, uma gracinha, e tinha um sabor mais ameno, não era ainda o da explosão, apenas uma prévia. Era como o antepasto antes do prato principal e eu estava com fome! Chupei seu pau grosso e rijo com muita vontade, minha língua subia e descia por toda a sua extensão; por muito tempo fiquei com minha boca saboreando apenas a cabeça gostosa até ele pedir para eu lamber suas bolas deliciosas que naquela altura estavam inchadas de tanto prazer. Repeti esse ritual maravilhoso por tantos minutos que perdemos a noção do tempo. Acho que meu gato não tinha vivenciado algo assim tão excitante pelo jeito que ele me olhava, gemia e sussurrava palavras de amor, de tesão e de agradecimento. Ele me dizia que dava uma sensação de poder olhar para baixo e ver seu sexo entrando e saindo da minha boca, mas depois eu confidenciei a ele que esta sensação era mútua, pois chupar seu pau também me fortalecia. Mesmo tendo nos encontrado só há poucas semanas, tínhamos uma intimidade raramente presente em outros casais. Talvez porque nos amássemos, brincávamos com o corpo um do outro de todas as formas possíveis, assim nada parecia sujo ou feio. Depois de deixar seu cajado todo melado, guiei a mão dele até meus seios. A reação dele foi imediatamente colocar sua espada entre eles e, enquanto ele os apertava delicadamente com suas coxas fazendo a famigerada „espanhola”, seu pau descia e subia até minha boquinha risonha que o esperava com a língua de fora e o recebia com uma lambida cada vez que ele chegava perto, como se fosse um picolé de abacate, que tanto apreciávamos.
Pressentindo que ele estava quase gozando dei uma mordiscadinha bem de leve na cabecinha do pênis e pedi para ele dar a última estocada, levando toda sua masculinidade para dentro da minha boca.
„Aaaaaaiiiii! …gozei!” foi só o que ele teve forças para dizer, e adivinhem o que eu sussurrei logo em seguida, „Eu também…”. Foi delicioso ter dois orgasmos em menos de meia hora.
Adormecemos sobre a cama, a coberta da qual não tínhamos nem tirado. De vez em quando eu, mesmo sonolenta, abria os olhos e reparava no sono dele, tão profundo.
Buscava o seu pé com o meu, apertava sua mão que estava entre as minhas, chegava um pouquinho mais perto e, tentando ter forças para imaginar as nossas próximas peripécias, eu dormia de novo, com medo que meus movimentos acordassem meu príncipe.
E o que será que nos aguardava amanhã, o dia do aniversário do meu gato?




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