O bombom no lugar certo
- 26 de mai.
- 6 min de leitura
Atualizado: 5 de jun.
Irmã Danna
Antes de continuar preciso explicar um hábito tipicamente húngaro. Na época do Natal a árvore é decorada não somente com bolas coloridas e enfeites diversos, mas também com uns bombons embrulhados em papel brilhante chamados de ‘szaloncukor’, ou traduzindo, balas de salão. Cilíndricos, cobertos com chocolate meio amargo e do tamanho do meu dedo mindinho, estes vêm com vários recheios: marzipan, cereja, damasco, amêndoas e são divinamente deliciosos. Logo você vai entender o porquê dessa explicação...
Adormeci durante o último trecho da viagem. Uns 45 minutos depois de termos visto o caminhão tombado, ainda meio sonolenta, percebi que estacionamos à frente do motel, que é bem diferente dos motéis do Brasil. Reno foi até a recepção, fez o check-in, recebeu o cartão-chave do apartamento e voltou para o carro. Dirigiu mais alguns metros até chegarmos em frente ao nosso chalé, abriu a porta da garagem com o controle remoto e entrou com a Audi. A porta automática se fechou atrás de nós.
"Querida, chegamos, é hora de acordar!"
"Humm...o quê? Já estamos aqui? Tirei uma boa soneca ... ”
"Danna, por favor pegue as duas malinhas lá atrás!"
Reno abriu o porta-malas com o toque de um botão e eu saí do carro, fui pegar as nossas coisas. Por alguns instantes Reno ficou procurando alguns documentos no banco de trás quando ouviu o meu chamado. Ele veio rápido e percebeu que eu estava quase que inteira lá no fundo, procurando algo dentro do porta-malas. Dava para ver apenas as minhas pernas e minhas nádegas, que estavam semicobertas pela minissaia vermelha.
"O que você perdeu?" perguntou o meu gato.
"Dois bombons que caíram da minha sacola, eu não vou subir até encontrá-los pois são uma delícia, são aqueles de Natal que eu guardei na geladeira, você se lembra?"
Entretanto, Reno teve uma ideia melhor. Sem pestanejar ele enfiou a mão por baixo da minha minissaia e percebeu que eu continuava sem calcinha, eu a tinha tirado durante a viagem. Rapidamente encontrou e acariciou minha xaninha, que surpreendentemente ainda estava bem molhada. Ele tinha me excitado tanto e eu não conseguia me esquecer da chupada magistral que eu dei no seu pintão delicioso.
“Ei seu danadinho! O que você está fazendo aí?”, perguntei.
"Eu não estou fazendo nada, continue procurando seu bombom!", e com um movimento rápido, ele abaixou as calças, a cueca e para a minha maior surpresa, me penetrou com força.
"Uau como você tá duro! Você tem ereção à toda hora, é?
"É que eu fico com tesão só de te olhar, minha gatinha..."
Como eu estava já enlouquecida de tesão com a situação é claro que não me opus, comecei a rebolar minha bundinha para cá e para lá, excitando Reno ao extremo. Seu mastro entumescido socava minha xaninha com muito gosto e de vez em quando ele dava uns tapas na minha bunda, que me excitavam ainda mais. Ele segurava meu cabelo dando umas puxadinhas estratégicas, nossa, minha bucetinha estava realmente tão molhada que seu pau deslizava pra dentro dela facilmente. Por pouco eu não gozei.
Como eu pressenti que o orgasmo dele também estava se aproximando, levantei-me daquela posição esdrúxula, mas ao mesmo tempo deliciosa e disse, "Chega de porta-malas! Agora suba comigo, não quero terminar aqui, vamos continuar essa transa gostosa em outro lugar. Ops, peraí.., aqui está um dos bombons ... opa, e aqui está o outro ... agora sim podemos ir, venha!”
Agarrei o pau de Reno com uma das mãos (os bombons estavam na outra) e subimos pelas escadas. Reno pulava atrás de mim, meio surpreso, já que estava com as calças e a cueca abaixadas e com as duas mãos ocupadas segurando as maletas. Saltava de degrau em degrau e eu só ria, a cena era muito cômica.
"Ainda bem que apenas nós dois estamos aqui nesse momento constrangedor", Reno pensou consigo mesmo, mas não disse nada.
Chegando ao topo da escada coloquei o cartão-chave na fresta, ouvi o clique destravando a fechadura, empurrei a porta com o cotovelo e fui puxando Reno pelo pau para dentro do chalé, diretamente para uma longa mesa de pinho que havia bem no meio da sala.
“Agora me mostre bem o que esse mastro gostoso sabe fazer! Meu sonho sempre foi ser comida numa mesa, e você prometeu que um dia satisfaria esse meu desejo. Portanto vem agora, eu quero que você me coma bem gostoso e soque esse pintão lá no fundo da minha bucetinha!”
"Foi você quem pediu", Reno sorriu maliciosamente enquanto me sentava em cima da longa mesa da sala, eu de coxas bem abertas e de frente para ele. Abracei os quadris do meu gato com minhas pernas e comecei a morder os seus lábios suavemente. Beijamo-nos por minutos a fio, a situação estava muito excitante, minha bucetinha cada vez mais úmida queria ser preenchida – e rápido! – mas nossos sexos ainda estavam apenas se roçando.
"Um minutinho, eu tenho uma ideia", disse Reno, pegando alguns cubos de gelo do congelador. Colocando um cubinho na boca, deitou-me de costas, desabotoou minha blusa com uma das mãos e encostou sua boca gelada no biquinho do meu seio, ainda através do meu sutiã preto. Enquanto isso, ele acariciava minha coxa com a mão esquerda. Seu tarugo tocou minha xoxota úmida e eu gemi de prazer.
"Eu te quero muito", Reno sussurrou. Meu sutiã já tinha sido puxado de lado, meu fogo aumentava, eu queria o pau dele, mas Reno deslizava o cubo de gelo que tirou da boca sobre meus mamilos e foi descendo lentamente, desenhando círculos ao redor do meu umbigo com aquela pedrinha gelada, e depois sorriu maliciosamente.
"Devo te esfriar um pouco?", perguntou. Então, sem aguardar por uma resposta, ele encostou o cubo de gelo em meu clitóris.
"Aaaaai", eu gritei, mas de prazer.
"Agora fique quietinha, quero experimentar algo novo", ele disse, e colocou sua cabeça em meu colo. Sua língua esperta procurou meu clitóris excitado e começou a desenhar círculos em volta dele. Joguei minha cabeça para trás de prazer e... "Mmmmmmmmmmmm ...", eu murmurei. Reno colocou um, depois dois dedos dentro de mim e começou a fazer uns movimentos deliciosos para encontrar meu ponto G. Seus dedos pareciam chamar alguém para mais perto e ele não parava, estava me levando à loucura, nunca antes alguém tinha acertado aquele toque desse jeito divino. Uau, comecei a gemer muito alto – o que também era novo para mim – pois Reno estava me levando ao delírio.
”Ahhhhhh meu Deus, agora quero sentir seu pinto grosso dentro de mim… veeeemmmm!”
Foi quando Reno parou pois viu um dos bombons jogados displicentemente sobre a mesa, pegou-o, abriu-o rapidamente e encostou o docinho na minha vagina. Brincou um pouco com o bombom sobre o clitóris e começou a colocar o docinho dentro da minha xana molhada... e ahhhh, que loucura, o bombom começou a derreter por causa do meu calor e ao mesmo tempo ele a enfiava na minha bucetinha gulosa. Reno me lambia com muito gosto e vontade e balbuciava coisas impróprias entre uma chupada e uma lambida, que queria me comer de todos os jeitos, que eu era muito gostosa e que iria socar seu pau na minha xaninha até eu dizer chega! Aproveitando meu estado de extrema excitação (ele já me conhecia e sabia que eu estava quase gozando) pedi para ele tirar o bombom lá de dentro e substituir pelo dedo lá dentro de mim, como havia feito divinamente anteriormente, depois pedi mais dois dedos… até que uma onda quente me inundou e eu tive um orgasmo delicioso e achocolatado lá mesmo, foi inesquecível!
Não desperdiçando um minuto sequer Reno agarrou minhas nádegas com muito tesão, puxou-me para bem perto e seu pau delicioso e latejante me penetrou profundamente com a força que eu adorava.
Fizemos amor por uns bons quinze minutos, Reno beijava meu pescoço até que ele também soltou um urro e gozou gostoso, me inundando por dentro.
"Uau," Reno disse baixinho, "você me cansou de jeito. Que tal um banho de chuveiro?"
"Depois de dois orgasmos desses? De jeito nenhum! Relaxa meu amor, vamos nos deitar um pouco, nem tenho forças para ficar de pé."
"OK, então faremos uma sesta rápida..."
Chegamos finalmente na belíssima cama de casal do dormitório, aconchegamo-nos, ficamos nos beijando por um longo tempo, percebíamos amor e desejo nos nossos olhos e depois eu virei, ficamos ‘de conchinha’ e estávamos muito felizes. Adormecemos.




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