MADRUGADA
- 14 de mai.
- 4 min de leitura
Irmã Danna
Três e meia da manhã e eu não conseguia pegar no sono. Ficava me revirando na cama, lembrando de todas as nossas peripécias sexuais em Budapeste. Ainda faltava conhecer uma de suas famosas termas e Reno prometeu que me levaria lá. Com um sorriso enigmático ele tinha me dito que as cabines onde as pessoas se trocavam eram relativamente grandes, do tamanho de um elevador e que tranquilamente caberiam duas pessoas lá dentro ao mesmo tempo. Fiquei imaginando o que ele iria fazer comigo lá… puxa, como estava difícil adormecer!
Meu gato tinha tomado duas taças de vinho e como ele não era acostumado a beber álcool, havia literalmente ’capotado’ e estava roncando baixinho do meu lado. Como a janela do dormitório não tinha veneziana ele colocava aquela venda de avião nos olhos para dormir pois não gostava da luz entrando já às cinco da manhã. Estávamos no meio do verão europeu, a temperatura passava dos 35ºC durante o dia e à noite beirava os 30ºC, só tinha um jeito de dormir: pelado.
Reno estava deitado do meu lado, de barriga pra cima, nu e vendado – coberto apenas com um lençol de algodão. Foi aí que tive a ideia. Será que ele acordaria se eu desse uns beijinhos no seu pau? Hmmm… aquilo me deixou atiçada e minha xaninha deu aquela famigerada tremidinha, o primeiro sinal de interesse.
Estava escuro no quarto, eu não queria acordá-lo de jeito maneira portanto liguei a lanterna do celular. Levantei um pouco o lençol deixando o peito e as pernas dele ainda cobertas e vislumbrei, sob o pequeno facho de luz, o membro dele em estado de repouso. Que pequenininho… ri comigo mesma… só na hora da batalha é que ele fica do tamanho certinho que eu gosto.
Encostei minha língua na pontinha do pinto para ver se o meu gato acordaria. Nada. Parece que o vinho fez o efeito necessário, ele estava totalmente nocauteado, não esboçou nenhuma reação.
Abri meus lábios e coloquei a cabecinha do pau dentro da boca, segurando-a bem de leve. Reno deu uma pequena ajeitada no corpo, mas não acordou. Aquilo me deixou extremamente excitada e continuei segurando o membro dele com minha boca, sem apertar. Ao mesmo tempo dei uma lambidinha, bem de leve. Começou a surtir efeito pois senti aquilo crescer e endurecer dentro da minha boca. Meu coração já havia aprendido a apreciar as pequenas coisas, que no final são as grandes coisas da vida.
Parei um pouco e olhei para o rosto dele à meia-luz. Aparentemente Reno continuava em sono profundo, provavelmente sonhando que eu o estava chupando à noite numa estrada, nossa, como ele gostava daquilo! Caso ele não acordasse eu iria perguntar pra ele na manhã seguinte o que foi que ele sonhou.
Voltei ao que estava fazendo e coloquei o membro dele de novo inteiro na boca. Agora ele já estava quase do tamanho que eu o conhecia. Eu sabia que esse ’boquete na madrugada’ tinha que ser mais discreto, mais lento que de costume pois se eu chegasse com tudo, do jeito que eu gostava, lambendo e chupando aquele pau gostoso, ele acordaria e estragaria a brincadeira e a surpresa.
Passaram-se uns dez minutos, a cada instante o pau dele ficava mais duro e já estava encostando lá no fundo do céu da minha boca… e ele não acordava, não emitia nenhum som, só uns pequenos movimentos que todos nós fazemos enquanto dormimos.
Foi quando pensei: mas e se num desses movimentos de vai-e-vem com minha língua ele gozar? Vamos lambuzar tudo e aí certamente ele vai acordar. Como fazer para que ele não perceba o assédio ao qual estava sendo submetido? Bom… só teria um jeito né? Eu teria que fazer o ’timing’ pra ele ejacular na minha boca. Eu não gostava muito do sabor do esperma, nas vezes anteriores sempre havia passado sopa de fruta, cobertura de sorvete ou chantilly na cabecinha do pau pra mesclar os sabores, aí sim eu adorava e engolia com gosto!
Parei novamente pra verificar se ele estava acordado, mas nada… ele até roncava baixinho.
Ah, pensei comigo mesma, agora eu vou terminar esse serviço. Ele vai sonhar que uma odalisca pegou ele de jeito.
Sem encostar as mãos nele pra não o acordar aproximei-me somente com meus lábios e desliguei a luz do celular, ficamos numa escuridão total, Reno, eu e o pau dele, inteiro dentro da minha boca. Não fiz mais movimentos, só fiquei com ele dentro de mim, minha boquinha estava quente e úmida. Minha língua, entretanto, circundava o membro e a cabeça do pênis. De repente senti que o membro enrijeceu ainda mais, parecia de concreto, e eu só o segurei, sentindo as pulsações. Em dois ou três pequenos jatos o suco branco jorrou na minha língua. Meus lábios continuavam firmemente segurando o pau dele para não deixar escapar nenhuma gotinha. Eu estava muito molhada, aquilo tinha me excitado demais e eu queria dar a xaninha pro meu gato, ser comida de todos os jeitos…, mas eu sabia que esse não era o momento. Teríamos que deixar para daqui a algumas horas, quando ele acordasse.
Com muito cuidado fui soltando o pinto dele com minha boca, ao mesmo tempo eu puxava o lençol para cobri-lo por inteiro. Parece que ele realmente não tinha acordado, queria só ver a reação dele daqui a algumas horas!
Coloquei minha cabeça no travesseiro, mas tenho que ser sincera, tive que me masturbar para poder adormecer.




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