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UM DIA NAS TERMAS

  • 15 de mai.
  • 4 min de leitura

Irmã Danna



Na manhã seguinte decidi pagar minha promessa e levar Danna para conhecer uma das termas húngaras mais românticas que existem, a que tem uma parte chamada a "Gruta do Amor”. Eu não contei esse detalhe para ela, iria ser uma grata surpresa. Estranhamente não fizemos amor naquela manhã, eu estava meio sem vontade e com muita fome, por que será?


Tomamos um cappuccino delicioso numa confeitaria perto do apartamento, comemos uns salgadinhos e uns doces, entramos no carro e fomos até as termas, que estão localizadas fora da capital. Danna ficava me perguntando o que eu tinha sonhado de madrugada, mas eu não fazia a mínima ideia por que ela queria saber. Eu não me lembrava de nada já que tinha bebido vinho na noite anterior e isso tinha me ’apagado’ por completo.


Fazia muito calor naquela quinta-feira, ambos estávamos com pouquíssima roupa por sobre os trajes de banho. Assim, enquanto eu dirigia, coloquei minha mão entre as coxas deliciosas de Danna e ela também fazia carinho no meu pau através da minha bermuda. Meu membro ficou tão rijo que eu tive de parar o carro pra dar uma ajeitadinha nele, o calção de banho ficou pequeno para ele. Ela aproveitou e sorrateiramente deu um beijinho em meu „amigo” – mas ficou por isso mesmo já que estávamos no meio do trânsito e os passageiros do bonde amarelo que passava ao nosso lado podiam assistir de camarote o que estávamos fazendo.


É incrível como a temperatura influencia a vontade carnal; será que os esquimós sentem tesão quando estão fora do iglu? Assim que estacionei trocamos longos beijos ainda dentro do carro e se fosse por mim eu comia a minha Danna lá mesmo, sentada no meu colo. Mas novamente não era o local mais apropriado, várias pessoas chegavam e estacionavam perto de nós.


Entramos pela entrada majestosa das termas e eu já conhecia esse local. Sabia que a cabine para trocar de roupa era pequena, mas bem eficiente, com uma banqueta larga e vários cabides. Entramos num desses trocadores e ainda vestidos continuamos a se beijar com volúpia. Sentei-me na banqueta e Danna sentou-se no meu colo, de pernas abertas e de frente pra mim. Nossos sexos se encostavam, mas haviam dois trajes de banho que impediam a penetração, o meu calção preto e o biquíni vermelho que ela usava.


Sugeri que fossemos para as piscinas o mais cedo possível pois o calção apertava meu membro, estava difícil ficar daquele jeito. Danna, muito solícita, disse que me ajudaria, ajoelhou-se no chão da cabine, abaixou meu calção e abocanhou meu pau com gosto. „Nossa Danna, hoje você tá fogosa heim? O que foi que aconteceu?” Ela só sorriu, lambeu os beiços e disse, „Vamos lá pra água, preciso esfriar um pouco esse meu ânimo”.


Conhecemos as várias piscinas, algumas interligadas, outras independentes, cada uma com águas medicinais de temperaturas diferentes, até que chegamos à Gruta do Amor, uma caverna circular artificial do tamanho de umas três quadras de basquete. Danna ficou entusiasmadíssima e disse, „vamos entrar Reno, parece divertido!”. A iluminação propositalmente é bem precária e as luzes ficam mudando entre tons de azul e verde. Numa das paredes há uma cachoeira de tamanho reduzido, que faz um barulho danado e há várias reentrâncias dentro da caverna, pequenos cubículos, onde os casais procuram um lugar distante e ficam se beijando sem serem importunados. Naquele dia estávamos com sorte pois na gruta havia pouquíssimos casais, que só víamos – bem de longe, por sinal – meio que só em contornos escuros.


Há um tipo de prateleira que circunda toda a caverna meio metro abaixo do nível da água, o que permite que as pessoas sentem para descansar e curtir o som da cachoeira. Normalmente sentam uma ao lado da outra e ficam papeando horas a fio. Foi o que fizemos, escolhemos um cubículo escondido, Danna sentou-se ao meu lado, estávamos somente com o ombro e a cabeça de fora e conversamos sobre muitas coisas, mas como estávamos próximos nossas coxas se tocavam, às vezes eu colocava meu braço em volta dela e trocávamos inúmeros e quentes beijos. Eu já estava muito excitado e pedi que ela se posicionasse sobre mim, sentada no meu colo e ajoelhando sobre essa prateleira submersa, como fez lá no trocador. Ela gostou da ideia e ficamos um de frente para o outro, meu pau roçando na xaninha dela e começamos a se beijar de forma bem menos comportada que os casais que estavam naquele recanto. Mas ninguém estava nos vendo, não havia problema algum.


De repente ouvimos um estalo e ficamos numa escuridão total, somente um pequeno fio de luz vinha lá da entrada da gruta que estava a pelo menos uns trinta metros de onde estávamos. Uma voz no alto falante informou que havia ocorrido um curto circuito e que as lâmpadas seriam trocadas em poucos minutos.


Não tive dúvida. Minha mão rapidamente desceu até o biquini de Danna e puxei o pano para o lado, deixando sua bucetinha deliciosa – que obviamente estava molhada por dentro e por fora – à mostra. Fiz o mesmo com meu calção de banho, aproveitando a escuridão coloquei meu pau pra fora e logo em seguida coloquei-o pra dentro da minha Danna, que suspirou baixinho, „Mas e se formos pegos?”


„Danna meu amor, não vai dar tempo, eu estou com tanto tesão que essa vai ser uma rapidinha mesmo!” Ela beijou o lóbulo da minha orelha esquerda e disse, „Então me come com tudo!”


Danna aparentemente havia treinado pompoarismo pois a xaninha dela chupava meu pau como se fosse a sua boca e isso me deixava com mais tesão ainda. Ela me sugava tanto que eu não aguentei mais que um minuto: inundei-a, foi absolutamente delicioso beijá-la naquela escuridão e comê-la sentada de frente pra mim dentro da Gruta do Amor.


Dois minutos depois as lâmpadas já tinham sido trocadas pela manutenção e nós estávamos sentados de forma comportada, mas com um sorriso maroto nos lábios. Eu disse, „Danna, se por acaso você ficar grávida vamos chamar nosso filho de Aquaman ou de Waterson!”. Ela riu e me beijou longamente. Tive que prometer de levá-la nessa mesma gruta numa outra oportunidade.




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