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A caminho do lago

  • 25 de mai.
  • 6 min de leitura

Atualizado: 5 de jun.

Irmã Danna



Fazia mais de uma semana que não nos víamos pois tive que viajar a negócios. Eu havia comprado um carro novo em Viena, uma Audi último tipo cor prata, vidros escurecidos. Todo orgulhoso, estacionei em frente ao prédio e chamei Danna pelo interfone, que desceu do quarto andar em menos de dois minutos. Ela estava muito gostosa, cabelo preso, alguns fios soltos no rosto, cheirosa, e mostrando suas pernas deliciosas. Em sua mão direita segurava sua pequena mala vermelha de viagem. Eu adorava o fato dela respeitar os horários que marcávamos, vários relacionamentos meus haviam ido por água abaixo por causa de constantes atrasos. 

Depois dela ter visto a Audi por dentro e por fora e aparentemente ter gostado, beijamo-nos longamente e ela deu uma piscadinha: „Adorei seu carro novo, ele é lindo, já estou pensando na gente ’pegando fogo’ aqui dentro e fazendo nossas travessuras... mas você não quer subir? Faz tanto tempo que a gente não se vê…”

Como ela era sensual! Fiquei com meu tarugo duro imediatamente, se pudesse comeria ela ali mesmo, no banco de trás do carro, seria a estreia mais perfeita se não estivéssemos com o tempo contado.

„Eu também te desejo muito minha gatinha”, respondi, „mas precisamos chegar a tempo lá no Lago Balaton, temos uma reunião importante com um cliente alemão à noite, mas antes ainda quero fazer algo que você vai gostar. Quando voltarmos eu subo e prometo deixar você me amarrar e vendar de novo, tudo bem?” Danna fez beicinho, mas concordou que partíssemos de imediato, assim em poucos minutos já estávamos na estrada. Minha gata linda e fogosa só conseguia pensar em sexo, fantasiava sobre o que iríamos fazer no quarto de motel à beira do lago que eu havia reservado. Iríamos passar um final de tarde romântico lá observando o pôr-do-sol, os veleiros pela janela do quarto e saboreando um delicioso vinho branco, típico da região. E haveria o jantar de negócios também, é claro. De repente a fila de automóveis estancou, pegamos um congestionamento na M7, diminuí a velocidade para quase zero, e começou um anda-pára, anda-pára sem fim.

„Que chato! Deve ter acontecido um acidente mais pra frente ou todos tiveram a ideia de ir à praia ao mesmo tempo” eu disse, irritado. „Calma Reno, vou colocar umas músicas pra você relaxar, tudo bem?” e Danna já foi programando o rádio no painel. Melodias suaves e românticas começaram a sair pelos autofalantes e minha irritação lentamente se esvaiu. Danna olhava pra fora do carro quando de repente gritou, „Meu Jesus, tá vendo aquele carro verde lá na frente? É o chato do Isaías e sua nova namorada, a Desirée, não quero encontrá-los! Se por acaso você tiver que enfileirar ao lado deles eu vou deitar no seu colo assim eles não me vêem, OK?”

„Claro minha gatinha”, eu respondi. E por incrível que pareça alguns instantes depois nossos carros se emparelharam na longa fila, que só aumentava.

Como o casal de conhecidos não conhecia o meu carro novo e além do mais os vidros da Audi eram bem escuros é óbvio que eles não nos reconheceram mas Danna não se ateve a esses meros detalhes, afrouxou o cinto de segurança e deitou nas minhas coxas, colocando sua cabeça no meu colo. Eu só sorri. A música romântica dava o tom, e a fila andava lentamente… A minissaia de Danna subiu um pouco e eu vi de relance suas belas coxas e um pouquinho de sua calcinha preta de renda. Ela tinha fechado os olhos e estava bem quietinha, ouvindo a música. Disse, „Avise-me quando eles já não estiverem do nosso lado tá?”

„Claro minha delícia”, eu respondi, mas o carro verde já estava longe.

„Está tão confortável aqui…” disse minha Danna. O brilho do sol de verão que entrava pelos vidros do carro e a música instrumental deixavam minha garota bem relaxada. Eu não conseguia me concentrar no volante, meus olhos eram constantemente atraídos pelo belo corpo feminino e quando vi a renda preta do sutiã que ela usava, comecei a acariciar seus cabelos, seu rosto, seu pescoço… Assim que minha mão passou perto da boca da minha gata, Danna deu uma lambidinha no meu dedo médio. Eu o coloquei dentro de sua boca e ela o chupou um pouco. Nossa, meu pau quase deu um salto de tão duro que ficou!

Danna sorriu quando sentiu que minha mão desceu e entrou embaixo de sua blusa, depois suavemente puxou de lado o sutiã e finalmente encontrou seu mamilo, que estava começando a endurecer.

„Reno querido, em seu lugar eu não faria isso. Hoje estou muito tarada e você não sabe do que sou capaz!” ela disse, com malícia. "Vou manter isso em mente", eu respondi, mas minha voz saiu rouca, o desejo me consumia. Minha protuberância crescia ainda mais e eu só conseguia pensar naquele corpinho enxuto e delicioso deitado em meu colo. Eu segurava firmemente o volante com a mão esquerda, mas com a direita acariciava os lindos e perfeitos seios de Danna, desenhando círculos em volta de seus mamilos ainda macios, mas que devagar endureciam sob o toque dos meus dedos.

A fila de carros estava estagnada há quase um minuto, portanto achei que era hora de abaixar minha cabeça e tocar com a ponta da língua o belo seio de Danna, que gemeu baixinho, “Ei! Se você não parar, vai se arrepender!" Mas eu continuei. Olhava fixamente para a estrada, mais precisamente para os carros que estavam parados ao nosso lado, e minha mão direita desceu até a bundinha de Danna. Apertei suas coxas com firmeza e meu dedo procurou o ponto mais úmido de sua calcinha. Felizmente era verão, ela estava sem meias, e para minha felicidade, o único obstáculo entre a xaninha e meus dedos era a calcinha de renda mesmo. Habilmente puxei o paninho sexy para o lado e meus dedos procuraram a entradinha mais gostosa desse planeta.

"Hmmm seu safado, estou dizendo que você vai pagar por isso!", Danna disse suavemente, tentando se virar, mas eu não a deixei.

"Espere um pouco…", eu disse, “vamos aquecer os motores primeiro...", e enfiei meu dedo médio na bucetinha deliciosa que me aguardava. Senti o seu delicado calor úmido envolver e sugar meu dedo com volúpia.

"Mmmmmm", Danna ronronou baixinho e sem eu pedir, tirou a calcinha... era um sinal.

Acariciei seu clitóris com o indicador e o polegar. Danna só gemia e ficava cada vez mais molhada. A fila recomeçou a andar lentamente e tive que parar de excitá-la, precisava me concentrar em dirigir. "Eu disse que você se arrependeria", disse Danna, abrindo meu cinto e o zíper da calça jeans; suas duas mãos estavam livres para fazer o que quisessem.  "Aiai!" eu gemi quando percebi o que ela planejava fazer, mas não me importei. Danna segurou minha masculinidade ereta entre os dedos e começou a lamber meu pau de cima a baixo até eu perder a voz, sua boquinha quente e gulosa me abocanhou em poucos segundos.  A fila de carros andava, meu pau latejava, mas tive que manter as mãos no volante.

Danna aproveitou-se da situação e caiu de boca deliciosamente em meu mangalho, que naquela altura estava pulsando de tanto tesão. No começo, lambeu e chupou somente a pontinha, mas com o tempo, gentilmente, mas com firmeza, enfiou meu pau na boca, quase o engolindo por inteiro. Eu soltei o volante, dei um grito de prazer e com a mão direita comecei a acariciar os cabelos de Danna. Com voz trêmula pedi para ela não parar. A fila de carros havia estancado, já se podia ver que um caminhão que carregava galinhas tinha capotado ao lado da estrada. As aves fugiram e o motorista desesperado, mas com a ajuda de algumas pessoas, tentava capturá-las e recolocá-las de volta nas gaiolas, que permaneciam intactas. Danna havia assistido um vídeo erótico-pedagógico sobre boquete na noite anterior, assim ela perguntou baixinho, "Posso terminar?" "Aham", eu disse numa voz rouca. Danna fazia sexo oral certinho, sabia exatamente como e quando apertar as várias partes do meu membro. Ela parecia uma bezerrinha mamando no meu mastro… chupava, lambia, chupava de novo até que o leitinho jorrou de forma magnífica, ela não desperdiçou nem uma gotinha para fora, engoliu tudinho.  „Que loucura isso, foi um dos maiores orgasmos da minha vida!” eu disse mas Danna só sorria e perguntava: „Quer mais uma vez meu garanhão?”

"Uau! Quando chegarmos ao hotel me aguarde minha gatíssima... vou te chupar tão divinamente que você vai gemer bem alto.  Vou te comer de tantos jeitos deliciosos que o perigo é não voltarmos tão cedo para Budapeste”, eu disse. Então a fila finalmente começou a andar e dentro em breve chegaríamos ao belíssimo Lago Balaton.


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