UM ANIVERSÁRIO A SER LEMBRADO
- 14 de mai.
- 7 min de leitura
Irmã Danna
Devo ter roncado muito pois quando acordei Danna não estava mais no apartamento. Havia só um bilhetinho perfumado sobre a cômoda dizendo “Feliz aniversário, amor da minha vida! Tome um banho, faça a barba e volte para a cama pois logo-logo você
receberá seu presente...”
Nossa, eu nem havia me lembrado que naquele dia completava 50 anos... quanto tempo..., mas foram anos bem-vividos, eu não podia reclamar... e esses últimos dias que passamos juntos em Budapeste foram divinos.
Tomei uma ducha morna e enquanto me ensaboava notei que meu pênis enrijeceu, como fazia todas as manhãs, pedindo que eu brincasse com ele..., mas decidi esperar.
Danna deveria estar preparando alguma surpresa. Será que ela iria aparecer vestida de aeromoça? Ou de enfermeira? Porventura ela foi buscar algum apetrecho que nunca tínhamos usado antes? Será que ela queria me algemar justo no dia do meu aniversário?
Seria muito cômico e com esta imagem gravada na mente dei algumas gargalhadas solitárias enquanto deixava meu rosto bem liso com a lâmina de barbear. Olhei pra baixo e meu Amigo de Longas Jornadas continuava ereto, balançando para cá e para lá. Tirei a tampinha do frasco, passei a loção pós-barba primeiro no rosto e depois coloquei alguns pinguinhos nas coxas, na virilha e embaixo do umbigo pois sabia que Danna gostava daquele perfume... e daquela região do meu corpo.
Voltei ao quarto, deitei na cama só com uma toalha amarrada em volta da cintura e já estava quase clicando no controle remoto da TV quando ouvi a porta se abrindo. Pensei que fosse Danna, mas não era. Só vi uma mão feminina com um envelope grosso, que caiu ao chão. Depois a mão sumiu e a porta se fechou. Que mistério... abri o envelope no qual havia uma daquelas vendas que nos dão no avião para que durmamos tranquilos, sem sermos perturbados pelas luzes. Hummm, e o que será isso?... um outro bilhetinho: “Coloque a venda e deite-se bem no meio da cama!”
Eu estava gostando da brincadeira. Coloquei a venda sobre os olhos e me deitei como ela tinha pedido, mas não tirei a toalha. Pensei comigo mesmo: certamente ela vai gostar de ver o contorno do meu pau esticando o tecido como uma tenda de circo e vai tirá-la devagarinho, quem sabe até com os dentes...
Ouvi a porta se abrindo... depois um clique... ela estava trancando-a, pensei. Nessas horas, de olhos fechados, a gente fantasia tanta coisa engraçada: um garçom entrando com o carrinho de café da manhã... uma faxineira querendo arrumar o quarto... e eu lá, deitado, seminu... qual seria o primeiro som que eu iria ouvir? A voz de Danna sussurrando algo doce no meu ouvido?
Senti seu corpo sentar ao meu lado. Ela pegou na minha mão direita, colocou meu dedo indicador na boca e enquanto o chupava, amarrou um lenço de seda em volta do meu pulso. Beijou meu ombro e esticou meu braço até a cabeceira, depois com um movimento rápido, amarrou o lenço na grade da cama. Repetiu isso tudo do lado esquerdo e depois com os meus dois pés fez o mesmo, amarrou-os aos pés da cama, fiquei parecendo o Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci. Nunca ninguém tinha me amarrado desta forma, aliás, de forma alguma, eu me sentia totalmente dominado, mas como eu confiava cem porcento nela, estava gostando da ideia.
Ela então lambeu meu lóbulo esquerdo. Depois foi mordiscando devagarinho o contorno do meu maxilar, chegou no meu queixo e lambeu levemente meus lábios. Por que ela não tirava a minha toalha? Minha ereção estava tão forte que a pressão do tecido doía na cabeça do meu pau.
Parece que ela leu meus pensamentos pois senti uma mão entrar por baixo da toalha. Ao mesmo tempo recebi um beijo suave, de língua.
Tóim!! Meu subconsciente me enviou um alerta: este beijo não era da Danna! Quis dizer algo, um protesto talvez, mas o beijo continuou, macio, doce, delicioso, alguém chupava minha língua com ternura... enquanto isso mãos macias retiravam a toalha e a jogavam para longe. Eu pensei... mas como ela consegue beijar tão intensamente e se concentrar na toalha ao mesmo tempo?
Foi quando senti a boca maravilhosa de Danna, esta sim conhecida por mim há algumas semanas, envolver a cabeça do meu pau e chupá-la com carinho...
Uau! O que foi que ela aprontou desta vez? Seriam duas parceiras? Só poderia ser... uma estava me beijando, a outra me chupando... Eu não conseguia dizer nada, só curtia cada momento de prazer que as mulheres me proporcionavam. Tive um curtíssimo surto de paranoia: será que é uma mulher mesmo que está me beijando ou um homem? Se for mulher, será que é jovem e bonita ou é uma anciã que já fez 69? Será que Danna nem sabe de tudo isso, foi sequestrada, está sendo estuprada neste momento por 5 jogadores de rúgbi e eu estou sendo assediado por dois garçons gays? Ai meu Deus, se eu for enrabado não tenho nem como escapar...
Mas como disse há pouco, o susto foi realmente curto, talvez apenas alguns microssegundos, pois a chupada de Danna era única, só poderia ser ela mesma e mais ninguém...
Como a ‘parceira de cima’ terminou de me dar o beijo, finalmente consegui balbuciar, “mas Danna... o que está acontecendo?”. Ela colocou um dedo sobre meus lábios e disse, “O sonho de todo homem é pelo menos uma vez na vida comer duas gostosas ao mesmo tempo; hoje é seu aniversário, curta o momento. Agora fique quieto e experimente o primeiro prato desta refeição, que será um sushi”.
Eu disse: “comida ja-po-ne-sa!!?” mas ela me parou no ato. “Já disse para curtir o momento, não faça perguntas bobas, fique quieto!”. E riu.
Eu sorri. Tudo bem, vamos seguir as regras que Danna estabeleceu. Enquanto ‘a outra’ tinha me beijado minha venda havia se movido alguns milímetros, eu podia ver um fiozinho de luz entrando, alguns movimentos e mais nada. Obviamente não tinha avisado as meninas do ocorrido... Não consegui identificar minha nova companhia, mas curtia meu pseudo-voyeurismo e ficava mais excitado ainda... primeiro vi o que parecia ser um quimono branco... depois percebi que duas coxas brancas (sim brancas e não amarelas, não podia ser uma japinha, talvez uma nissei?) vinham em minha direção, a moça estava se posicionando sobre mim, mas ao contrário, dando ré, como se ela é que quisesse me chupar e sua deliciosa bunda vinha devagar ao encontro de minha boca.
Foi quando vi de relance um kanji tatuado numa das nádegas da... ah, ela não se apresentou, portanto vamos chamá-la de Michiko de agora em diante.
Enquanto isso Danna tinha parado de me chupar e fazia carícias no meu saco com seus dedos, movimentos de vai-e-vem por toda a extremidade do meu mastro e eu sentia ela também se posicionando por sobre as minhas coxas. Como eu via manchas e luzes na maior parte do tempo, só pude visualizar que as duas estavam formando um triângulo, me usando como base. Enquanto a bucetinha de Michiko se aproximava de minha língua e eu já sentia o seu aroma, Danna a abraçava e beijava sua boca.
Danna segurou meu pau e o encostou, firme e rijo na entrada da sua xoxota. Foi uma estocada só e eu já estava lá dentro, sentindo sua deliciosa vagina e seus firmes lábios inferiores massageando meu pau, chupando-o com gosto. Eu sentia que sua bucetinha brincava com a minha vara da mesma forma e no mesmo ritmo que suas línguas se entrelaçavam. Era uma experiência nova para mim. Enquanto minhas mãos continuavam amarradas, meu nariz, língua e boca excitavam a entradinha de Michiko, que balbuciava sons que pareciam ser em japonês, mas não tenho certeza. Meu mangalho trabalhava dentro de Danna pois eu, mesmo amarrado à cama, conseguia fazer movimentos pélvicos ritmados... e ela cooperava.
“Meninas, gostei desse sushi! Eu vou gozar e vai ser uma loucura!” eu disse.
Danna parou de imediato. “Espere, não goze ainda!”
A próxima coisa que vi de relance foi a bundinha de Michiko, com tatuagem e tudo, saindo de sobre mim. Danna também desceu da cama e ouvi alguns murmúrios, um abrir de porta e novamente o mesmo clique. Aí Danna soltou minhas mãos e pés amarrados, deitou sobre mim e lentamente tirou minha venda. Percebi que a partir de agora seríamos só nós dois no apartamento e que o romantismo iria voltar com tudo.
Beijamo-nos como nunca antes, pedi que ela ficasse de quatro e minha mão desceu até a sua virilha. Meus dedos deslizavam por entre as belas e firmes, até que o meu dedo médio entrou decidido em seu buraquinho e a fez gemer.
Aproveitando que ela estava de quatro, antes mesmo que ela relaxasse, apoiei seu bumbum em minhas mãos e procurei o seu cuzinho. Sua xana e meu dedo já estavam tão molhados que não foi difícil transpor a pressão inicial e sentir o cuzinho pulsando. Isso foi o bastante para que meu tarugo de concreto doesse de tão ereto e eu disse a ela, "Eu só sou homem mesmo quando te enrabo!" e ela respondeu: „vem… sou toda sua, quero sentir seu pintão impávido dentro de mim!”
Até então nunca havíamos experimentado o sexo anal e eu fiquei em dúvida se ela iria gostar ou não. Como meus dedos estavam bem lubrificados, não ataquei seu cuzinho como um animal selvagem – fui „comendo pelas beiradas”…
Beijei primeiramente suas nádegas, lambi sua entradinha depilada várias vezes e coloquei meu dedo mindinho desbravador, trocando-o depois pelo médio, que deslizou para dentro do seu cu apertadinho. Seu esfíncter latejava e implorava que eu a penetrasse devagar, bem devagar, para não doer. Como ela estava de quatro e com as pernas bem abertas, coloquei-me de joelhos entre elas e encostei a cabeça do meu pau na sua roda viva. Ouvi a famosa canção do Chico Buarque na minha mente… „e o tempo rodou num instante nas voltas do meu coração”… Como era gostosa essa Danna!
Enquanto sentia a cabeça do meu pinto abrindo caminho, ela gemia de prazer e empurrava a bunda para trás devagarinho, como que ajudando a penetração. Coloquei bastante saliva para ajudar e entrei dentro dela com cuidado. „Tá doendo um pouquinho, aaaii… mas não pára, vai… não pára!” Danna dizia e eu segurei firmemente os seus seios por trás, encostei meu tórax peludo que ela tanto admirava nas suas costas, beijei seus ombros e enrabei-a pra valer. Ela parecia uma onça no cio, que ronronava toda vez que meu saco batia na sua bucetinha. Nem sei quanto tempo se passou, talvez uns 10 minutos deste ritmo animal, eu segurava nos seus cabelos e a cavalgava com gosto, ela pedia mais e mais, dizia que ia ter um orgasmo anal porque meu pau estava encostando frequentemente no seu ponto G, dizia „te amo, tesão da minha vida!”.
Abracei-a fortemente por trás, mordisquei seu lóbulo direito e dei a última estocada, levando toda minha masculinidade para dentro do seu rego deliciosamente apertado.
Depois disso desmaiei, e foi algo glorioso. Não me lembro de mais nada, mas nunca vou me esquecer de como comemoramos – juntos e apaixonados – o meu 50º aniversário.




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