ROMANCE EM BUDAPESTE
- 14 de mai.
- 6 min de leitura
Irmã Danna
Durante minha longa jornada de trabalho, que exigia que eu me concentrasse, eu tentava tirá-la dos meus pensamentos, mas em vão. Seu belo corpo, seus seios maravilhosos, seus longos dedos me acariciando e seu olhar às vezes angelical, às vezes diabólico me acompanhavam minuto a minuto. Como Danna sabia ser mulher! Mesmo jovem (eu sou bem mais velho que ela), Danna havia se livrado logo da inibição inicial. Acho que foi da terceira ou quarta vez que nos encontramos no apartamento que ela alugou em Budapeste, quando ela não perdeu um minuto precioso sequer. Ainda vestidos, pediu com seu jeito carinhoso e languido que eu a abraçasse por trás e beijasse sua nuca com ardor e paixão.
Atendendo seu pedido beijei arduamente seu pescoço e nuca. Ela estava usando um vestido vermelho um pouco justo em seu corpo escultural, o qual tinha um zíper na parte de trás. Com muita delicadeza desci o zíper do vestido, comecei a beijar suas costas e fui descendo até sua cintura. Ela ainda estava com o vestido pois queria me torturar de prazer. Eu já tinha sacado que Danna gostava demasiadamente das preliminares e ela também sabia do que eu gostava, assim fazíamos exatamente o que no momento tínhamos mais vontade mesmo porque ainda estávamos nos descobrindo e percebendo o que mais nos excitava. Adorávamos se perder de prazer e amor em todos os cômodos do apartamento pois para Danna tudo o que fazíamos era ainda muito novo, e na verdade cada vez que ficávamos juntos era uma nova descoberta picante para ambos. Foi então que eu levantei um pouco o seu vestido, apertei suas coxas, afastei um pouco a sua calcinha de renda vermelha e comecei a beijar suas nádegas incansavelmente. Ela imediatamente ficou arrepiada por inteira e subitamente virei-a de frente, voltei a beijar seus lábios, mas desta vez foi um beijo bem longo e ardente, cheio de desejo e fazendo-a ficar cada vez mais excitada e louca de prazer.
Pedi então que ela se virasse para que eu pudesse abraçá-la por trás. Enquanto eu cheirava seus cabelos impregnados com um delicioso perfume francês, sentia a bundinha de Danna roçando devagarinho contra o meu mastro entumecido, subindo e descendo num ritmo lento, fazendo com que "ele" se erguesse e ficasse como pedra. Minhas mãos apalpavam seus lindos e firmes seios e dedilhavam seus mamilos, que já começavam a endurecer. Minha mão direita entrou por baixo de seu vestido, puxou levemente o sutiã para descobrir o seu seio esquerdo e minha linda Danna suspirou…
Havia, porém, um problema: o jeans apertava o meu membro rijo a tal ponto, que sussurrei: „Danna minha vida, preciso afrouxar as calças, não aguento mais de tanto tesão!”. Ela se virou, ajoelhou-se numa banqueta macia que estava ao lado da cama de casal e beijou a braguilha por fora mesmo, mordiscando a cabecinha devagarinho através do tecido grosso… e ao mesmo tempo, começou a abrir o cinto, o botão e o zíper. Ela piscou e disse, „Tesão, é? Deixa comigo que eu dou um jeito nisso…”
Fechei os olhos e meio que gemendo disse, “Você está me matando assim... nossaaa…”.
Danna não hesitou um só instante, segurou o meu pau já muito duro e delicadamente o beijou com seus lábios úmidos. Começou a passar a língua em sua cabeça e continuou até embaixo, perto do saco, de forma que o meu membro ficava cada vez mais entumecido. Ela o colocava em sua boca sedenta com movimentos de vai-e-vem bem lentos, mesclando com movimentos mais rápidos, fazendo com que eu quase desmaiasse. “Ahhh meu Deus, minha gata deliciosa, não tô aguentando, desse jeito você vai...”
Foi então que ela estrategicamente parou de me chupar, me abraçou e começou a beijar minha boca, chupando minha língua de leve. Um fogo deveras ardente surgiu ainda mais entre nós. Nessa altura do campeonato Danna estava extremamente molhada pois meu mastro ereto fazia com que ela ficasse incrivelmente excitada. Ela desceu com o corpo e voltou a abocanhar o meu „amigo”, começando a dar umas lambidinhas em toda a sua extensão, de cima para baixo... ela estava de joelhos, assim eu pude ter uma visão privilegiada de sua bundinha empinadinha e apetitosa. Danna ficou a se deliciar por muito tempo, nem sei quantos minutos se passaram pois eu estava nas nuvens, cada vez com mais tesão. Por fim ela disse, “É assim que você gosta, é? Me fala como você prefere que eu faço tudinho...“
Gemendo de emoção eu respondi, ”Minha flor, agora é minha vez de te excitar. Se você não parar agora mesmo eu vou gozar na sua boca; prefiro que esse boquete aconteça num lugar mais interessante, vou levar você lá amanhã. Agora vai ser bem melhor se chegarmos ao orgasmo juntos, concorda?”
Ela balançou a cabeça consentindo, deu um sorriso malicioso e se deitou na cama, descansando a cabeça num grande travesseiro vermelho carmim. Assim ela podia ter uma visão completa do pôr-do-sol de Budapeste pela janela do quarto andar. O Danúbio estava esverdeado e calmo, barcos de passeio iam e vinham pelo rio e consegui ler seus pensamentos: „Como tenho sorte de poder viver em dois lugares maravilhosos, meu Brasil deslumbrante e uma capital romântica como essa, ainda por cima estando com ele!”. Seus pensamentos rapidamente mudaram, pois, abaixando os olhos ela me viu tirando a sua calcinha e abrindo gentilmente suas pernas, fazendo espaço para que minha língua ávida atacasse primeiro suas coxas, depois dei umas lambidinhas em volta do umbigo, beijei seu lindo corpo magistral centímetro por centímetro, beijei sua boca milhares de vezes, mordisquei de leve seus seios gostosos e os lambi até ela não aguentar mais de tesão e finalmente encostei minha língua bem de leve em seu clitóris.
Foi como se ela tivesse tomado um choque. Danna arqueou as costas e gritou: „Ai, eu tô sonhando ou isso está acontecendo mesmo?"
Parei por um instante, e falei, "Sim, está acontecendo e agora vou te fazer sentir tanto prazer que você vai implorar: pelo amor de Deus, continua!”
E ela sussurrou, „Então continua meu gato!”
Era esse o sinal verde que eu estava aguardando. Mergulhei minha língua em sua xaninha e senti o seu gosto delicioso, que era bem mais saboroso que qualquer suco de maçã que eu já havia tomado nos restaurantes da vida.
Como eu adoro fazer sexo oral o tempo foi passando, passando… talvez meia hora, talvez mais, Danna às vezes gemia, às vezes me xingava. Mas chegou o momento que tanto esperávamos, meu pau latejante já não aguentava mais e percebi que como ela enfiava as unhas no meu couro cabeludo isso só podia significar que ela também estava „quase lá”, assim murmurei, „Muito bem minha tesuda, agora é você quem decide como, mas quero que gozemos juntos. Decida a posição e serei todo seu!”
Foi então que ela pediu que eu a pegasse por trás. Meu pau estava tão sedento pela xaninha dela que não esperei nenhum segundo. Ela gemia de extremo prazer pois eu apertava a formosa bunda com minhas mãos fortes e sentia minha pica grande sendo deliciosamente sugada pela entradinha dela. Soquei tanto o meu pau dentro da bucetinha molhada que ela gritava de prazer e implorava para eu não parar pois estava quase gozando…
Tentei falar de um jeito charmoso e másculo, mas minha voz saiu meio esganiçada pois eu não conseguia controlar mais nada. ”Danna delícia, ai ai to quase gozando, contagem regressiva… 4… 3… 2… 1… agora!”. E o corpo dela estremeceu. E o meu também. Foi quando nós dois chegamos ao clímax juntos e foi um gozo tão maravilhoso, que ficamos paralisados na cama, deitados abraçadinhos num turbilhão de erotismo e amor, uma mistura de cheiro de sexo e perfume e um sorriso largo em nossos lábios. Passaram-se alguns minutos, fui tomar um banho e chamei minha Danna para curtir o chuveiro comigo.
Assim que ela entrou embaixo d’água eu disse: „Danna, você é maravilhosa, um sonho de mulher e amanhã vou te levar para experimentar um dos meus pratos prediletos”.
Abraçamo-nos embaixo do chuveiro, a água escorria sobre os nossos cabelos, mas não tínhamos mais forças para nada, tombamos na cama e adormecemos de mãos dadas, sonhando com as possíveis peripécias que iríamos experimentar em Budapeste.




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