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Possuída

  • 15 de mai.
  • 1 min de leitura

Roberta Valente



Valentina sentia seus cabelos presos a mão dele. A força que fazia para possui-la era muita, como se quisesse puxá-la para dentro de si. Seu falo penetrava suas entranhas como se fosse a última vez que ia vê-la. Era um homem doce e sedutor. Sabia enlouquecê-la. Conseguia tirar dela os mais quentes e demorados gozos. As pernas ficavam bambas, o coração disparado e a respiração ofegante, era assim que estava agora, depois de gozar muitas vezes. Ele se sentia seu dono, agia como se fosse, e era. Era seu homem e dono, mesmo quando não podiam se tocar. Ele nunca gozava sem antes fazê-la delirar e pedir mais. Ela sempre pedia, sempre queria mais. Agora estava pedindo, precisava sentir a força dele dentro dela. Cabelos presos nas mãos dele, cabeça forçada para trás e seu falo a abrindo com força, fazendo-a dizer que era dele. Gozava, escorria pelas pernas, gemia e pedia mais. Agora a vez dele, em suas costas, lambuzando-a com o gozo branco e quente. Escorria pela cintura, até a barriga. Esfregava seu corpo ao dela. O beijo quente: você é minha.


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