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Danna e Reno na Hungria -

  • 14 de mai.
  • 2 min de leitura

PREPÚCIO


Irmã Danna



PREPÚCIO

Danna é alta, Danna é baixa.  Morena, loira, ruiva, branca, mulata ou negra, mas em todos os casos, gostosa de cima a baixo. Danna somos todas nós mulheres, que gostamos de uma boa trepadinha mas não somos tão „diretas ao ponto” como eles, os jagunços, os bárbaros, os hunos.


Será que é o instinto atávico de preservação da espécie que os faz pensar em sexo à toda hora? Por natureza, somos muito mais românticas que os nossos companheiros de planeta e quando vemos um belo exemplar másculo e gostoso vindo em nossa direção no aeroporto ou no shopping, nossos pensamentos não giram instintivamente em torno do tamanho do órgão sexual do ingênuo indivíduo e muito menos os despimos com o olhar (salvo raras exceções, é claro). Ao vê-lo se aproximando, primeiro analisamos sua postura, seu andar, seus sapatos, seu cabelo, depois, quando ele chega mais perto é que perscrutamos os seus olhos, sorriso, dentes, damos uma boa olhada nas coxas musculosas e na bunda para ver se é frouxa e só depois, bem depois, fixamos nosso olhar na protuberância que os tornam tão viris.  Claro que a entonação de voz também é importante e se nosso gato for do tipo romântico, melhor ainda, não é mesmo?  Não gostamos de broncos. 


Para a maioria dos homens a relação sexual gira em torno da ejaculação, todo o resto é totalmente dispensável.  Mas para nós o jantar à luz de velas é primordial, e a meia-luz, a taça de champanhe, os morangos com chantilly, a música romântica, a encoxada sutil durante a dança lenta, palavras picantes sussurradas no ouvido e beijos bem demorados é que nos faz ficarmos molhadinhas e desejarmos agarrar nosso gato ali mesmo, conduzi-lo ao banheiro do restaurante, levá-lo à loucura e fazê-lo feliz e realizado antes mesmo do garçom trazer o café. 


Bom, meninas espero que vocês gostem desses contos eróticos, pois são todas histórias verídicas que aconteceram comigo onde só alterei os nomes por motivos óbvios e abrangem um período da minha vida desde a minha primeira masturbação até hoje de madrugada, quando gozei deliciosamente deitada em cima do meu garanhão. Por pura liberdade poética narrei alguns contos na primeira pessoa, outros escrevi como se eu fosse Reno, meu parceiro de aventuras, no colo de quem eu adoro sentar a qualquer hora do dia ou da noite. Ai, como sexo caprichado é bom!


Divirtam-se e deixem esse livro na cabecinha… ops! …na cabeceira da cama.  Leiam baixinho para os seus gatos… eles vão ficar loucos de tesão, eu prometo.



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