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Idealizado por Giuseppe Cadura e Roberta Valente 

Dominador – Cavalheirismo e Poder

  • Roberta Valente
  • há 7 horas
  • 7 min de leitura

Roberta Valente


Mischa estava se sentindo estranha. Não conseguia entender o que estava havendo com seu corpo. A noite passada havia sido diferente. Foi apresentada a um mundo que não conhecia. Um mundo que à deslumbrou. Que também à deixou intrigada com seus desejos ocultos. O dia anterior foi um dia normal de trabalho para ela. Embora seu corpo clamasse por atenção, conseguiu passar de forma tranquila. Combinou com os amigos saírem depois do trabalho. Sextas-feiras era um dia de movimento no barzinho do clube, onde sempre rolava muita conversa e diversão.

Mischa gostava da vida agitada. Gostava de sentir o calor das pessoas. Depois de sua separação nunca mais se interessou por ninguém. Preferia sempre a companhia dos amigos.

Ter uma relação morna ou ao acaso com algum homem não estava em seus planos.

Alex, sua amiga e confidente, tentava convencê-la que precisava algo mais excitante, mais forte do que homens mornos.  Mischa sabia que Alex e seu namorado tinham uma vida sexual diferente, nada comum. E tentava convencê-la que era isso que precisava. Ela sentia calafrios com as aventuras sexuais que Alex contava. Tinha medo de admitir para si mesma que as histórias a excitavam muito mais do que queria.

O clube naquela noite estava muito mais movimentado que o habitual. Muitas pessoas novas estavam frequentando o barzinho. Alex encontrou um velho amigo, Leon. Ele frequentava as mesmas casas de aventuras sexuais que ela e Robert, seu namorado.  Fazia muito tempo que não se viam. Ela sabia que ele estava em um relacionamento e por isso andava afastado.

Leon era loiro, olhos azuis cintilantes e o corpo bem cuidado.  Mischa olhou para o homem que conversava distraidamente. Via nele alguma coisa diferente. Mesmo com toda simpatia que emanava do sorriso vibrante, tinha alguma coisa muito mais forte por trás de Leon.

Os cabelos curtíssimos, a maquiagem leve e os acessórios discretos davam-lhe ar de jovialidade, embora já estivesse beirando os cinquenta anos.  Calça jeans, camiseta e tênis contornavam o corpo bem delineado. Nunca abria mão, principalmente dos tênis, no máximo sapatilhas em dias de muito calor. Tinha por hábito sentar-se em cima de um dos pés, o que era fácil, pois nunca dispensava a academia.  E era como estava quando Alex trouxe o amigo para apresentá-la.

Pega de surpresa, as maçãs do rosto coraram e o corpo estremeceu. Odiou-se. Sempre manteve o controle e agora estava parecendo uma adolescente. Leon fixou-a. Sentia-se desnudada. Por instante imaginou que ele leu seus pensamentos e ficou paralisada. Ele gentilmente beijou-lhe a mão. Ela sentiu os pelos do corpo eriçarem e o coração disparou. Ele definitivamente estava lendo seus pensamentos. A mão dele agora fazia uma leve pressão sobre a sua. Mischa sabia que estava em apuros.

 - Mischa este é Leon, um grande amigo. Disse Alex

 - Prazer bela menina. Leon falou logo em seguida. A garganta agora estava seca e as palavras quase não saíram.

- Mischa, muito prazer.

- Nem tão menina assim. Falou, se sentindo uma tola.

Robert chamou Alex e os dois ficaram ali parados por um tempo conversando.  Mischa não estava confortável com o olhar penetrante daquele homem. O olhar dominador tirava sua força de reação. Ficou feliz quando a chamaram. Saiu correndo, como uma criança fugindo com medo. No final da noite Alex e Robert convenceram-na a aceitar a carona de Leon. Resistiu ao máximo, porém não teve alternativa. Estava de carona e não tinha mais desculpas para recusar.

 Leon não era o tipo de homem comum. O charme irresistível, a firmeza nas palavras e todas as gentilezas não era comum. O homem que beijava a mão, abria a porta do carro, puxava a cadeira para ela e levantava-se toda vez que ela levantava não fazia parte de nenhum outro que já passara por sua vida.

- Por favor. Ele disse ao fazer um gesto para que entrasse no carro.

 - Obrigada. Mischa falou quase em um sussurro.

Seguiram em silêncio quase todo o caminho. Poucas palavras foram trocadas, nada que pudesse mostrar algum desejo de qualquer das partes.

A casa de Mischa não era grande, mas agradável aos olhos.  A arquitetura antiga dava um ar de romantismo a pequena casa.

Leon parou o carro em frente ao portão. Desceu, abriu a porta e ofereceu a mão como apoio para ela. As mãos quentes e macias, quando as dela, mostraram segurança e posse. Os gestos firmes faziam seu corpo vibrar.  Ela estremeceu. O que estava havendo?

- Boa noite Leon! Obrigada pela carona. Falou, soltando rapidamente as mãos.

 Não saberia explicar o tremor caso ele perguntasse.

- Boa noite Mischa! Você tem algum compromisso amanhã à noite?

Ele falou, não acreditando nas próprias palavras. - Não. Mischa falou, perplexa com a pergunta inesperada.

 - Gosta de dançar?

A pergunta saiu meio atravessada. Ele não queria perder o momento. Talvez fosse a única oportunidade de conhecê-la melhor.  Sabia que por trás de tanta frieza havia alguém que o surpreenderia.

- Sim, gosto muito. Falou em um tom seco, que saiu sem a intenção de sê-lo.

 - Quer sair para jantar amanhã? Conheço um local com boa comida e boa música, se gosta de jazz!

 Esperou que viesse um: não, obrigada pelo convite, mas lembrei que tenho um compromisso.

 - Que horas? A resposta saiu com som trêmulo, que a esta altura não podia mais disfarçar.

Leon percebeu a aflição dela e não resistiu. Acolheu-a em seus braços. Ela não recusou. Agarrou-se a ele com o desejo ardente. Mischa recebeu a língua dele com a sua. Os sabores se misturaram. Sentiu as mãos dele acariciando seus seios rígidos.  

- Ahhh!!! Não pare! Ela disse puxando-o para mais perto.

 - Boa menina! A voz firme dele ecoou em seu ouvido. As mãos dele já estava e entre suas pernas.

 - Precisamos entrar ou faremos uma loucura aqui fora.

Mischa falou puxando-o pela mão. Abriu a porta com as mãos trêmulas enquanto ele apertava seu corpo ao dele.

A porta se abriu e a chave caiu no chão. Ela chutou para o lado. Então ouviu:

 - Tire a calça Mischa. Quero ver você nua.

A voz vinha como uma ordem que ela prontamente atendeu. Queria obedecê-lo. Estava ensopada entre as pernas. Seu corpo pulsava.

 - Com calma, respire. Leon a observava enquanto as ordens saiam.

 Ela queria obedecer. Precisava. Seu corpo ardia de desejo.

 - Minha menina! Você é linda! Ele falava naturalmente, mas o fogo emanava dos olhos azuis.

Ela podia sentir o calor que vinha dele. O cheiro dele a entorpecia.

 As roupas estavam jogadas no chão. E ele somente a olhava.

 - Se toque Mischa. Vamos, quero ver.

A ordem vinda dele novamente. Ela queria fazer o que ele mandava. A cabeça girava, os pensamentos e desejos misturados. Ele estava no comando. Tudo aconteceu tão rápido.  Ele fez seu mundo cair. Ela não se conhecia. Quem era aquele homem?  As respostas não vinham. Não conseguia concentrar-se.

 - Sente no sofá Mischa. Abra as pernas para mim. Quero que faça. Você quer fazer Mischa?

 - Quero. - Quer me obedecer?

 - Sim.

 - Coloque os dedos no clitóris e mova-os em círculo.

O que estava havendo?  Estava ensopada.  Nunca se sentiu assim. Ele a dominou em poucos minutos. Não importava. Ela queria que ele continuasse.

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

 - Goze menina! Goze para mim. Você quer gozar para mim?

- Sim - Diga Mischa.

-Quer?

- Quero. Sua voz quase não saia, o corpo se contorcia de prazer.

Ele só olhava. Não havia tocado nela ainda. E já havia feito com que ela desabasse. Descesse ao fundo.

 - Agora vire Mischa. Se apoie no sofá.  Quer apanhar Mischa?  Quer levar palmadas menina?

Por um momento ela ficou com medo do que viria. Mas não importava, ela queria. As pernas bambas e encharcadas de tesão faziam com que ela quisesse mais dele.  Queria tudo daquele homem. Ele a dominava sem tocar. A fazia gozar só com palavras.

 - Quer Mischa. Responda!

- Sim.

 - Diga sim, eu quero apanhar.

 - Sim, eu quero apanhar. Em seguida as mãos dele tocaram suas nádegas com firmeza. Amassando-as com as pontas dos dedos. Ela se contorcia de dor. Não ligava, queria mais.

 - Respire Mischa. Profundamente. Devagar. Se concentre na respiração. Foque só na respiração. Ela tentava respirar devagar e profundamente. Estava difícil. Ela queria conseguir.

- Vamos menina, confie em mim. Vou cuidar de você. Confie. Você confia?

- Sim, confio. A voz quase não saiu. As lágrimas estavam quase rolando. Prendeu-as. Concentrou-se na respiração. Foi se acalmando. A respiração estava em um ritmo lento e profundo.

Ela desligou-se por um momento. Sentiu a dor de uma palmada dada com força. Depois outra e outra. Então foi diminuindo a pressão.  Ela estava atordoada. Não se conhecia. Estava humilhada, no chão. Porém, suas entranhas queriam mais. Sentia o desejo romper entre um tapa e outro. Agora, as mãos dele acariciavam a vermelhidão das palmadas.  Os movimentos eram leves.

 - Está bem Mischa? Está bem minha menina? A voz dele era calmante para seus ouvidos.

 - Mischa?

- Sim, estou.

 - Quer mais menina?

Não sabia por que motivo queria. Desejava mais. Desejava gozar mais. Precisava desesperadamente.

 - Abra as pernas, menina. Encoste no sofá e relaxe. Vai doer só um pouco.  Esta ensopada menina. Respire como te ensinei, vamos.

Ela controlou a respiração. Acalmou-se. Não sabia o que vinha. Mas seja lá que fosse ela queria. Sentiu as mãos dele acariciando-a.  Nas nádegas, descendo para as pernas. Então sentiu a força de um dedo abrindo-a, depois dois. Três. Encostou seu corpo para trás junto ao dele.

 - Tudo bem menina? A voz dele era um calmante para seus ouvidos.

- Estou.

 - Quer que eu pare?

 - Não. Ela não queria que ele parasse.  Estava prestes a gozar. Não queria que ele parasse agora.

- Aiiiiiiiiii.

- Não Mischa, agora não.

Ela precisava, precisava agora.

 - Não, agora não. Isso era uma ordem. Ela obedeceria. Leon estava nu.

Ela não havia percebido ele tirar a roupa. Estava perdida em suas emoções.

 - Agora menina. Senti a força dele entre suas nádegas.  Brincava em sua umidade. Esfregava todo seu volume na sua porta de entrada.  Mischa precisava dele dentro dela.

 - Aiiiiiiiii

 - Me come Leon, preciso. A voz estava ofegante.

 - Agora Mischa, vamos lá menina.  Entrou dentro dela com toda a sua extensão, numa vez só ele encheu.

Ela o recebeu com todo desejo que pulsava dentro dela. O vai e vem não parava. Eram longos e deliciosos.

- Goze para mim menina, vamos. Mischa você é minha. É Mischa, diga. Diga que sou seu dono menina.

 - Você é meu dono Leon. Sou tua. As lágrimas rolaram. Ele sentia-se arrasada. As palavras e os gestos daquele homem fizeram-na chegar ao fundo.  Não estava se reconhecendo. Mas pela primeira vez estava realmente satisfeita.

- Aiiiiiiiiiiiiii

Quando ele sentiu toda a satisfação dela.  Ordenou o que ela nunca tinha feito. Algo novo e indecente para muitas mulheres, agora não mais para ela.

 - Abra a boca Mischa. Vou encher com todo meu leite. Você vai engolir menina. Vamos.

Ela sentiu o líquido dele inundando sua boca.  As lágrimas ainda rolavam. Nunca havia se perdido por homem nenhum. Agora tudo era diferente. Tudo era novo. Tudo era bom.

- Você está bem menina? Diga.

 

As lágrimas não paravam. Estava envergonhada por estar satisfeita.

 - Você quase chegou ao fundo do poço, Mischa. É normal estar assim. Vou cuidar de você menina.

Abraçou-a com todo carinho. Aconchegou-a em seus braços. Ela soluçava.

Não conseguia falar.......

 
 
 

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